segunda-feira, 30 de junho de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Pensar global, agir local
Como nunca antes na história, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. Tal renovação é a promessa dos princípios da Carta da Terra. Para cumprir esta promessa, temos que nos comprometer a adotar e promover os valores e objetivos da Carta.
Por vezes me lanço à devaneios que rebatem em discussões de conflitos éticos e me lançam em plena dialética de pensamento puxando pensamento. Fico pensando se sou um publictário bem sucedido e dobro a venda do Fiat Mille em 4 meses da campanha O 1º carro novo da sua vida, colocando quase 1,5 milhões de carros queimando petróleo ou álcool e um país como o nosso e em tão pouco tempo. Onde é que está minha responsabilidade social pelas condições de manutenção da vida no planeta Terra. Isso mostra que ser bem sucedido pela causa planetária representa um fracasso mercadológico pela causa do cliente do publicitário. E é pela educação que um povo escreve sua história e constrói o seu planeta.

Parabéns ao EMEI Laudo que participará
nesse sábado, 28 de junho
no Parque do Ibirapuera
do evento que contempla
o 1º Encontro da Carta da Terra e Ecopedagogia
na
UMAPAZ
Universidade Aberta do Meio Ambiente e de Cultura da Paz
A CARTA DA TERRA
PREÂMBULO
Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações.
Terra, Nosso Lar
A humanidade é parte de um vasto universo
A Situação Global
Os padrões dominantes de produção e consumo estão causando devastação ambiental, redução dos recursos e uma massiva extinção de espécies. Comunidades estão sendo arruinadas. Os benefícios do desenvolvimento não estão sendo divididos eqüitativamente e o fosso entre ricos e pobres está aumentando. A injustiça, a pobreza, a ignorância e os conflitos violentos têm aumentado e são causa de grande sofrimento. O crescimento sem precedentes da população humana tem sobrecarregado os sistemas ecológico e social. As bases da segurança global estão ameaçadas. Essas tendências são perigosas, mas não inevitáveis.
Desafios Para o Futuro
A escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros, ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida. São necessárias mudanças fundamentais dos nossos valores, instituições e modos de vida. Devemos entender que, quando as necessidades básicas forem atingidas, o desenvolvimento humano será primariamente voltado a ser mais, não a ter mais. Temos o conhecimento e a tecnologia necessários para abastecer a todos e reduzir nossos impactos ao meio ambiente. O surgimento de uma sociedade civil global está criando novas oportunidades para construir um mundo democrático e humano.
Nossos desafios ambientais, econômicos, políticos, sociais e espirituais estão interligados, e juntos podemos forjar soluções includentes.
Responsabilidade Universal
Para realizar estas aspirações, devemos decidir viver com um sentido de responsabilidade universal, identificando-nos com toda a comunidade terrestre bem como com nossa comunidade local. Somos, ao mesmo tempo, cidadãos de nações diferentes e de um mundo no qual a dimensão local e global estão ligadas. Cada um compartilha da responsabilidade pelo presente e pelo futuro, pelo bem-estar da família humana e de todo o mundo dos seres vivos. O espírito de solidariedade humana e de parentesco com toda a vida é fortalecido quando vivemos com reverência o mistério da existência, com gratidão pelo dom da vida, e com humildade considerando em relação ao lugar que ocupa o ser humano na natureza.
Necessitamos com urgência de uma visão compartilhada de valores básicos para proporcionar um fundamento ético à comunidade mundial emergente. Portanto, juntos na esperança, afirmamos os seguintes princípios, todos interdependentes, visando um modo de vida sustentável como critério comum, através dos quais a conduta de todos os indivíduos, organizações, empresas, governos, e instituições transnacionais será guiada e avaliada.
PRINCÍPIOS
I. RESPEITAR E CUIDAR DA COMUNIDADE DA VIDA
1. Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade.
a. Reconhecer que todos os seres são interligados e cada forma de vida tem valor, independentemente de sua utilidade para os seres humanos.
b. Afirmar a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, artístico, ético e espiritual da humanidade.
2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor.
a. Aceitar que, com o direito de possuir, administrar e usar os recursos naturais vem o dever de impedir o dano causado ao meio ambiente e de proteger os direitos das pessoas.
b. Assumir que o aumento da liberdade, dos conhecimentos e do poder implica responsabilidade na promoção do bem comum.
3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas.
a. Assegurar que as comunidades em todos níveis garantam os direitos humanos e as liberdades fundamentais e proporcionem a cada um a oportunidade de realizar seu pleno potencial.
b. Promover a justiça econômica e social, propiciando a todos a consecução de uma subsistência significativa e segura, que seja ecologicamente responsável.
4. Garantir as dádivas e a beleza da Terra para as atuais e as futuras gerações.
a. Reconhecer que a liberdade de ação de cada geração é condicionada pelas necessidades das gerações futuras.
b. Transmitir às futuras gerações valores, tradições e instituições que apóiem, em longo prazo, a
prosperidade das comunidades humanas e ecológicas da Terra.
Para poder cumprir estes quatro amplos compromissos, é necessário:
II. INTEGRIDADE ECOLÓGICA
5. Proteger e restaurar a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial preocupação pela diversidade biológica e pelos processos naturais que sustentam a vida.
a. Adotar planos e regulamentações de desenvolvimento sustentável em todos os níveis que façam com que a conservação ambiental e a reabilitação sejam parte integral de todas as iniciativas de desenvolvimento.
b. Estabelecer e proteger as reservas com uma natureza viável e da biosfera, incluindo terras selvagens e áreas marinhas, para proteger os sistemas de sustento à vida da Terra, manter a biodiversidade e preservar nossa herança natural.
c. Promover a recuperação de espécies e ecossistemas ameaçadas.
d. Controlar e erradicar organismos não-nativos ou modificados geneticamente que causem dano às espécies nativas, ao meio ambiente, e prevenir a introdução desses organismos daninhos.
e. Manejar o uso de recursos renováveis como água, solo, produtos florestais e vida marinha de forma que não excedam as taxas de regeneração e que protejam a sanidade dos ecossistemas.
f. Manejar a extração e o uso de recursos não-renováveis, como minerais e combustíveis fósseis de forma que diminuam a exaustão e não causem dano ambiental grave.
6. Prevenir o dano ao ambiente como o melhor método de proteção ambiental e, quando o conhecimento for limitado, assumir uma postura de precaução.
a. Orientar ações para evitar a possibilidade de sérios ou irreversíveis danos ambientais mesmo quando a informação científica for incompleta ou não conclusiva.
b. Impor o ônus da prova àqueles que afirmarem que a atividade proposta não causará dano significativo e fazer com que os grupos sejam responsabilizados pelo dano ambiental.
c. Garantir que a decisão a ser tomada se oriente pelas conseqüências humanas globais, cumulativas, de longo prazo, indiretas e de longo alcance.
d. Impedir a poluição de qualquer parte do meio ambiente e não permitir o aumento de substâncias radioativas, tóxicas ou outras substâncias perigosas.
e. Evitar que atividades militares causem dano ao meio ambiente.
7. Adotar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário.
a. Reduzir, reutilizar e reciclar materiais usados nos sistemas de produção e consumo e garantir que os resíduos possam ser assimilados pelos sistemas ecológicos.
b. Atuar com restrição e eficiência no uso de energia e recorrer cada vez mais aos recursos energéticos renováveis, como a energia solar e do vento.
c. Promover o desenvolvimento, a adoção e a transferência eqüitativa de tecnologias ambientais saudáveis.
d. Incluir totalmente os custos ambientais e sociais de bens e serviços no preço de venda e habilitar os consumidores a identificar produtos que satisfaçam as mais altas normas sociais e ambientais.
e. Garantir acesso universal à assistência de saúde que fomente a saúde reprodutiva e a reprodução responsável.
f. Adotar estilos de vida que acentuem a qualidade de vida e subsistência material num mundo finito.
8. Avançar o estudo da sustentabilidade ecológica e promover a troca aberta e a ampla aplicação do conhecimento adquirido.
a. Apoiar a cooperação científica e técnica internacional relacionada a sustentabilidade, com especial atenção às necessidades das nações em desenvolvimento.
b. Reconhecer e preservar os conhecimentos tradicionais e a sabedoria espiritual em todas as culturas que contribuam para a proteção ambiental e o bem-estar humano.
c. Garantir que informações de vital importância para a saúde humana e para a proteção ambiental, incluindo informação genética, estejam disponíveis ao domínio público.
III. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÔMICA
9. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social e ambiental.
a. Garantir o direito à água potável, ao ar puro, à segurança alimentar, aos solos não-contaminados, ao abrigo e saneamento seguro, distribuindo os recursos nacionais e internacionais requeridos.
b. Prover cada ser humano de educação e recursos para assegurar uma subsistência sustentável, e proporcionar seguro social e segurança coletiva a todos aqueles que não são capazes de manter-se por conta própria.
c. Reconhecer os ignorados, proteger os vulneráveis, servir àqueles que sofrem, e permitir-lhes
desenvolver suas capacidades e alcançar suas aspirações.
10. Garantir que as atividades e instituições econômicas em todos os níveis promovam o desenvolvimento humano de forma eqüitativa e sustentável.
a. Promover a distribuição eqüitativa da riqueza dentro das e entre as nações.
b. Incrementar os recursos intelectuais, financeiros, técnicos e sociais das nações em desenvolvimento e isentá-las de dívidas internacionais onerosas.
c. Garantir que todas as transações comerciais apóiem o uso de recursos sustentáveis, a proteção ambiental e normas trabalhistas progressistas.
d. Exigir que corporações multinacionais e organizações financeiras internacionais atuem com
transparência em benefício do bem comum e responsabilizá-las pelas conseqüências de suas
atividades.
11. Afirmar a igualdade e a eqüidade de gênero como pré-requisitos para o desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação, assistência de saúde e às oportunidades econômicas.
a. Assegurar os direitos humanos das mulheres e das meninas e acabar com toda violência contra elas.
b. Promover a participação ativa das mulheres em todos os aspectos da vida econômica, política, civil, social e cultural como parceiras plenas e paritárias, tomadoras de decisão, líderes e beneficiárias.
c. Fortalecer as famílias e garantir a segurança e a educação amorosa de todos os membros da família.
12. Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a um ambiente natural e social, capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde corporal e o bem-estar espiritual, concedendo especial atenção aos direitos dos povos indígenas e minorias.
a. Eliminar a discriminação em todas suas formas, como as baseadas em raça, cor, gênero, orientação sexual, religião, idioma e origem nacional, étnica ou social.
b. Afirmar o direito dos povos indígenas à sua espiritualidade, conhecimentos, terras e recursos, assim como às suas práticas relacionadas a formas sustentáveis de vida.
c. Honrar e apoiar os jovens das nossas comunidades, habilitando-os a cumprir seu papel essencial na criação de sociedades sustentáveis.
d. Proteger e restaurar lugares notáveis pelo significado cultural e espiritual.
IV.DEMOCRACIA, NÃO VIOLÊNCIA E PAZ
13. Fortalecer as instituições democráticas em todos os níveis e proporcionar-lhes transparência e prestação de contas no exercício do governo, participação inclusiva na tomada de decisões, e acesso à justiça.
a. Defender o direito de todas as pessoas no sentido de receber informação clara e oportuna sobre assuntos ambientais e todos os planos de desenvolvimento e atividades que poderiam afetá-las ou nos quais tenham interesse.
b. Apoiar sociedades civis locais, regionais e globais e promover a participação significativa de todos os indivíduos e organizações na tomada de decisões.
c. Proteger os direitos à liberdade de opinião, de expressão, de assembléia pacífica, de associação e de oposição.
d. Instituir o acesso efetivo e eficiente a procedimentos administrativos e judiciais independentes, incluindo retificação e compensação por danos ambientais e pela ameaça de tais danos.
e. Eliminar a corrupção em todas as instituições públicas e privadas.
f. Fortalecer as comunidades locais, habilitando-as a cuidar dos seus próprios ambientes, e atribuir responsabilidades ambientais aos níveis governamentais onde possam ser cumpridas mais efetivamente.
14. Integrar, na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida sustentável.
a. Oferecer a todos, especialmente a crianças e jovens, oportunidades educativas que lhes permitam contribuir ativamente para o desenvolvimento sustentável.
b. Promover a contribuição das artes e humanidades, assim como das ciências, na educação para sustentabilidade.
c. Intensificar o papel dos meios de comunicação de massa no sentido de aumentar a sensibilização para os desafios ecológicos e sociais.
d. Reconhecer a importância da educação moral e espiritual para uma subsistência sustentável.
15. Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração.
a. Impedir crueldades aos animais mantidos em sociedades humanas e protegê-los de sofrimentos.
b. Proteger animais selvagens de métodos de caça, armadilhas e pesca que causem sofrimento extremo, prolongado ou evitável.
c. Evitar ou eliminar ao máximo possível a captura ou destruição de espécies não visadas.
16. Promover uma cultura de tolerância, não violência e paz.
a. Estimular e apoiar o entendimento mútuo, a solidariedade e a cooperação entre todas as pessoas, dentro das e entre as nações.
b. Implementar estratégias amplas para prevenir conflitos violentos e usar a colaboração na resolução de problemas para manejar e resolver conflitos ambientais e outras disputas.
c. Desmilitarizar os sistemas de segurança nacional até chegar ao nível de uma postura não-provocativa da defesa e converter os recursos militares em propósitos pacíficos, incluindo restauração ecológica.
d. Eliminar armas nucleares, biológicas e tóxicas e outras armas de destruição em massa.
e. Assegurar que o uso do espaço orbital e cósmico mantenha a proteção ambiental e a paz.
f. Reconhecer que a paz é a plenitude criada por relações corretas consigo mesmo, com outras pessoas, outras culturas, outras vidas, com a Terra e com a totalidade maior da qual somos parte.
O CAMINHO ADIANTE
Como nunca antes na história, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. Tal renovação é a promessa dos princípios da Carta da Terra. Para cumprir esta promessa, temos que nos comprometer a adotar e promover os valores e objetivos da Carta.
Isto requer uma mudança na mente e no coração. Requer um novo sentido de interdependência global e de responsabilidade universal. Devemos desenvolver e aplicar com imaginação a visão de um modo de vida sustentável aos níveis local, nacional, regional e global. Nossa diversidade cultural é uma herança preciosa, e diferentes culturas encontrarão suas próprias e distintas formas de realizar esta visão. Devemos aprofundar expandir o diálogo global gerado pela Carta da Terra, porque temos muito que aprender a partir da busca
iminente e conjunta por verdade e sabedoria.
A vida muitas vezes envolve tensões entre valores importantes. Isto pode significar escolhas difíceis. Porém, necessitamos encontrar caminhos para harmonizar a diversidade com a unidade, o exercício da liberdade com o bem comum, objetivos de curto prazo com metas de longo prazo. Todo indivíduo, família, organização e comunidade têm um papel vital a desempenhar. As artes, as ciências, as religiões, as instituições educativas, os meios de comunicação, as empresas, as organizações não-governamentais e os governos são todos chamados a oferecer uma liderança criativa. A parceria entre governo, sociedade civil e empresas é essencial para uma governabilidade efetiva.
Para construir uma comunidade global sustentável, as nações do mundo devem renovar seu compromisso com as Nações Unidas, cumprir com suas obrigações respeitando os acordos internacionais existentes e apoiar a implementação dos princípios da Carta da Terra com um instrumento internacional legalmente unificador quanto ao ambiente e ao desenvolvimento.
Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação da luta pela justiça e pela paz, e a alegre celebração da vida.
terça-feira, 24 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Manoel de Barros

- Com pedaços de mim eu monto um ser atônito.
- Tudo que não invento é falso.
- Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.
- Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.
- É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.
- Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas se não desejo contar nada, faço poesia.
- Melhor jeito que achei para me conhecer foi fazendo o contrário.
- A inércia é o meu ato principal.
- Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas.
- O artista é um erro da natureza. Beethoven foi um erro perfeito.
- A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundos desejos.
- Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos.
- Por pudor sou impuro.
- Não preciso do fim para chegar.
- De tudo haveria de ficar para nós um sentimento longínquo de coisa esquecida na terra — Como um lápis numa península.
- Do lugar onde estou já fui embora
O Livro sobre Nada
Manoel de Barros
domingo, 22 de junho de 2008
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Ação de marketing direto via e-mail


Criar e gerar as condições de mercado para que duas empresas independentes implementem vendas e valorizem seus produtos e serviços apoiados em um trabalho de branding. A associação de forças em uma ação conjunta com responsabilidade social. A instituição financeira oferecendo uma linha de financiamento exclusiva para universitários e seus familiares a fim de adquirir o Mille Fire Flex. A Fiat comprometendo-se a gerar e atender essa demanda do Mille Fire Flex.
Possibilitaremos através dessas ações acréscimo de 35% de acessos aos seus respectivos sistemas de informação via internet. A conversão em fechamento de negócio é estimada entre 1% a de 3% durante os 4 meses de vigência da campanha. A Fiat e o Itaú comprometem-se a participarem de ações sociais que visam ampliar as possibilidades de acesso de pessoas aos cursos universitários, como por exemplo o projeto federal (PROUNI – Programa Universidade para Todos).
Parece muito com essa idéia de mkt direto utilizando samples de imagem.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
O som
A linguagem sonora permite um dos diálogos mais direto com a parte do hipocampo cerebral de qualquer criatura responsável pelas emoções, não só nos os humanos. O som é capaz de sensibilizar reações neurológicas de uma forma instantânea. A linguagem sonora como ferramenta como todas as linguagens empregadas na construção das mensagens veiculadas, constitui uma peça fundamental e de complexa elaboração e criação, na qual a tecnologia digital veio prestar sua forte contribuição. A facilidade, no entanto, de produzir uma peça sonora não implica dizer que se conseguira manipular o conteúdo da mensagem. Isso acontece quando se usa uma linguagem para explanar sobre outra. Um recurso de linguagem comum como metáfora linguistica .
Nunca perder o foco em dizer aquilo pelo qual ganhamos a vida
quarta-feira, 18 de junho de 2008
"below-the-line" - "above-the-line".
Afinal, o que querem os anunciantes?
Pressionada pela competição, pela segmentação da mídia e pelas mudanças no comportamento do consumidor, a atividade publicitária mudou mais nos últimos dez anos do que nos cem anos anteriores, desde quando os corretores de espaço americanos começaram a se organizar e deram origem à moderna agência de publicidade.
O processo político e econômico conhecido como globalização é responsável pelas mais profundas transformações até hoje ocorridas no âmbito da publicidade. As agências diminuíram de tamanho e, ao mesmo tempo, passaram a oferecer mais serviços a seus clientes, muito mais do que a arte de fazer anúncios.
As agências procuram adaptar-se a essas mudanças e participar da elaboração das estratégias de marketing dos seus clientes. O que antes era olhado com desprezo pelos homens de criação — o aprisionamento da idéia livre por conceitos racionais — transformou-se numa realidade preocupante. A cultura da criatividade está ameaçada pela hegemonia do pensamento estratégico, num momento em que, paradoxalmente, se exige mais e maior criatividade nos anúncios, porque a competição entre as marcas nunca foi tão grande. Sobreviver ou desaparecer, para as grandes marcas de produtos de consumo, depende da comunicação eficiente com o mercado e da força da sua identidade.
Depois de quase duas décadas tratando o mundo como uma aldeia, o marketing globalizado faz profunda autocrítica para concluir que os homens são diferentes uns dos outros, a humanidade não é uma massa homogênea e, mais ainda, os países são diferentes. E decreta uma era em que, além da criatividade globalizada, deve-se procurar respeitar as idiossincrasias e as diferenças regionais.
Há 20 anos, TV, rádio, cinema, outdoor e mídia impressa dominavam a propaganda. Toda estratégia e tática criativa ou de mídia das campanhas eram orientadas para o trabalho "above-the-line". Hoje, vive-se a proliferação das novas e diferentes formas de mídia. A televisão transformou-se num grande mosaico de canais e programas para os mais variados públicos. A cada dia, menos programas conseguem construir enormes audiências, determinando a necessidade de maior diferenciação e criatividade estratégica para uma comunicação eficiente.
Outro fator importante no comportamento dos anunciantes, detectado com precisão na pesquisa do Interscience, é o orçamento. Com a construção do grande mosaico mediático, ficou mais caro atingir um determinado target-group, o que obriga a definição muito mais clara dos objetivos, com a utilização de maior número de ferramentas, para se chegar até o consumidor.
As dez maiores agências brasileiras dos anos oitenta do século passado não são as mesmas dos primeiros anos deste século. A maioria desapareceu, foi vendida ou drasticamente reduzida no seu tamanho, acompanhando o processo global de internacionalização da economia. E o futuro das agências? Acho que está traçado nas respostas dos anunciantes cariocas à pesquisa que a Abap patrocinou: para não transformar seu produto em commodity, devem mergulhar na essência da sua natureza de empresa de serviços. Ao investimento em criatividade, aliar a oferta de mídias segmentadas, soluções econômicas, envolvimento, lembrar-se de que a propaganda tradicional vai receber em 2003 menos da metade do investimento dos clientes, que dizem utilizar, nos dias de hoje, por volta de sete canais para se aproximarem dos seus consumidores.
Criatividade e um profundo pensamento estratégico vão fazer a diferença
segunda-feira, 16 de junho de 2008
O Estatuto da Gafieira
O mercado de trabalho para o publicitário, nos grandes grupos de comunicação, atende muito bem o único artigo do Estatuto da Gafieira que afirma categoricamente:
Quem está fora quer entrar e quem está dentro não quer sair.
As faculdades despejam no mercado todo ano um grande número de profissionais. Não vou aqui comentar os méritos das qualificações desse contingente anual, já que há muito tempo abandonei a Teoria Meritória. Ela não é vigente nas agências grandes, que determina a justiça através da capacidade individual, em que é premiada a capacidade e punida a incapacidade. Isso não existe. O importante é ter QI. E alto, senão você está fora. Não digo isso para dissuadi-lo a fim de que chute tudo para o alto e assim minimizar a concorrência. A concorrência é saudável e nos move ao aprendizado sempre. Não, nada disso, digo isso apenas para tentar fazer engrossar o cordão daqueles que abriram os olhos e estão atentos.
Você já consultou seu caderninho preto e não encontrou o telefone do Nizan, nem tampouco do Olivetto. Oque fazer? Entrar em pânico? Ficar na posição fetal e chorar? Mudar de profissão? Todas essas possibilidades me parecem bastante plausíveis se não fosse por um aspecto. Somos publicitários e em conseqüência criativos.
Por mais que elas neguem, as grandes agências não são o centro do universo e existe vida inteligente em todo o lugar. Todo o lugar mesmo. Basta procurar uma necessidade de comunicação/marketing entre a infinidade de empresas e a atenda. Não é fácil, já que o principal problema no mundo da criação publicitária é encontrar o problema. Mas se conseguir você se surpreenderá ao perceber como existem muitas possibilidades de ganhar a vida digna e honestamente, atuando como publicitário, com um único “porém” que deve observar, a Teoria Meritória, nesse universo, vale e faz sua seleção natural.
Você tem a alternativa de conhecer alguém influente, conseguir desse alguém a chance de ser imprescindível e entrar na Gafieira no lugar de alguém, que certamente terá de sair para te dar espaço. Difícil mas não impossível.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
A rotina de Sísifo
A música eletrônica tem sido uma grande fonte de prazer em minhas atuais investigações de novas linguagens. Esse é um pequeno poema que cometi especialmente para ilustrar a sonoridade dessa experiência sonora eletrônica. O mito de Sísifo foi uma das lembranças legais das aulas de Filosofia da Carmem em um remoto passado em que esquentei, com minha bunda, os bancos de faculdade. Sísifo tornou-se conhecido por executar um trabalho rotineiro e cansativo. Tratava-se de um castigo para mostrar-lhe que os mortais não têm a liberdade dos deuses. Os mortais têm a liberdade de escolha, devendo, pois, concentrar-se nos afazeres da vida cotidiana, vivendo-a em sua plenitude, tornando-se criativos na repetição e na monotoniaPerdido num mato sem cachorro
no horizonte miro no morro
Nesse caminho que concorro
Ainda que ninguém te visse
Nesse cenário de carne e osso
Em que o destino se desenha
Seja alegre ou seja triste
No subir e descer do morro
Pelos 7 palmos de terra que se desdenha
Pelo ar que se respira
Mesmo que os sonhos e glórias
Das vitórias só venham
Depois de muito subir e descer
De morro
Não desisto desse osso
Desse ofício que vicia
Nessa prática de todo o dia
Fico melhor tal qual o colosso
Do morro que vencia
No ar que sinto o aroma desse dia
Abafar mais um carbono de poluição
Da fumaça que vicia que sai dos
Carros que corriam sem saírem do lugar
Na noite sem lua, as ruas
Povoadas de ninguém além de você.
Faço minhas suas palavras - Celso Japiassu

Como seríamos
brilhantes sem
os anunciantes...
No último Festival de Cannes,
metade dos anúncios não
eram anúncios.
Quem olha de fora vê a propaganda como o paraíso da criatividade: um negócio onde a imaginação corre livre e solta, os criativos realizam sua obra e para fazer isso recebem prêmios, um bom salário e a consagração da glória. Os pragmáticos imaginam o criador de publicidade em seu trabalho caminhando dentro de um belo cenário, dando ordens às belas mulheres que posam como modelo para fotos ou trabalham nos filmes que vendem, na hora, os produtos que anunciam.
A verdade, como sempre acontece, contraria a imaginação. O criador de anúncios é um prisioneiro da técnica do planejamento de marketing, o salário já foi bom mas hoje não é lá essas coisas e a glória é pequena, efêmera, passageira. Dura o tempo em que um anúncio permanece na memória.
A criação publicitária é um terreno onde não se pode dar um passo à frente que não esteja escorado no passo de trás. A propaganda é uma atividade muito cara para as empresas que precisam anunciar para vender. E cada vez mais a maioria prefere não arriscar em anúncios descomprometidos com as caixas registradoras. Os anunciantes querem peças criativas, mas exigem que elas sejam pertinentes e apropriadas ao que querem vender.
No desespero para mostrar que pode fazer melhores anúncios do que aqueles que são publicados, o povo das agências deu para inscrever nos concursos de premiação criativa peças realmente descompromissadas – as que nunca foram nem serão publicadas e muito menos aprovadas e pagas pelos anunciantes. O Festival de Cannes, a mais prestigiosa das premiações publicitárias, tem tido nos últimos anos mais da metade dos prêmios dada a esses anúncios que são conhecidos como fantasmas. E corre o debate sobre se esses fantasmas são honestos ou desonestos, se é legítimo ou não premiar um anúncio que na verdade não é um anúncio, pois nunca anunciou nada.
Os fantasmas são o exercício da criatividade pura porque não passaram pelo crivo da pesquisa nem de um cliente que usa o direito de quem paga e costuma dizer se ele deve ou não ir para a rua. Os festivais estão se transformando numa mostra de como seria a propaganda se não existissem anunciantes.
A criação publicitária é um campo onde a criatividade é exercitada com objetivos puramente comerciais. É utilitarista porque precisa convencer as pessoas a comprarem e, mesmo no nicho da propaganda institucional, política ou de utilidade pública, está procurando sempre convencer alguém a fazer ou acreditar em alguma coisa.
Criar anúncios, segundo James Web Young, autor de um livreto clássico sobre criatividade em propaganda, é sempre o ato de juntar duas idéias que existem anteriormente. O criador busca, sempre, um referencial antigo para apresentar algo novo e surpreendente, pois a função da criatividade nos anúncios é chamar a atenção. E aí voltamos àquele velho problema da barreira de indiferença – ninguém liga a televisão ou abre um jornal ou revista para ver anúncios. Se o anúncio é um intruso e as pessoas estão propensas a ignorá-lo, ele precisa ser cativante e sedutor, precisa fazer o leitor parar quando virar a página da revista e o telespectador continuar na cadeira durante o intervalo comercial. Precisa surpreender.
Os anúncios veiculados na nova mídia que a Internet representa ainda lutam pela atenção do internauta. Os banners se insinuam a cada página pedindo para serem clicados e as pesquisas já mostram que os usuários da net detestam as páginas repletas de banners. Um novo problema para os anunciantes. Eles conhecem o poder da Internet, sabem que estão diante de uma nova e poderosa mídia, mas esbarram no desconhecimento de como ser eficiente num veículo que se encontra em plena fase de construção e acabamento.
A importância da propaganda para a web ficou demonstrada com o aparecimento dos provedores gratuitos, que buscam atrair audiência e, com o crescimento de acessos, conquistar os anunciantes. Estão em movimento milhões e milhões de dólares, já que não se costuma medir em reais o faturamento da nova economia.
Descobrir uma maneira nova de dizer alguma coisa é a tarefa diária do criador de anúncios. Muitos livros já foram publicados para ensinar criação em propaganda e todos eles, embora muito bem escritos por excelentes redatores, revelaram-se inúteis como manuais de ensino. Algumas regras clássicas foram apresentadas – como aquela que diz que o anúncio não pode ser negativo e conter a palavra não – para depois serem desmentidas na prática por anúncios brilhantes que ignoraram a recomendação.
Trabalhando na propaganda, o artista abandonou sua solidão. O anúncio é quase sempre uma obra coletiva que surge das unidades criativas. A menor delas é uma dupla de pessoas que criam os anúncios trocando opiniões e submetendo conceitos que vão se aperfeiçoando até serem dados como prontos, pelo prazo fatal ou pelo surgimento de uma formulação que não precisa ser melhorada. É um processo de julgamento adiado, em que os conceitos apresentados não são criticados na hora e sim depois de terminada a sessão de brain-storm.
A necessidade de criar, de dar à luz algo de novo, faz com que grande parte dos jovens que entram no mercado de trabalho das agências procurem as áreas de criação. Os anúncios publicados são a parte visível da indústria da propaganda, que na realidade é uma complexa engrenagem formada por partes diferentes entre si, objetivando um resultado concreto, qual seja a venda de um produto.
A arte de criar anúncios está submetida a prazos que não podem ser estendidos e a julgamentos subjetivos dentro e fora das agências. Muitas vezes uma idéia que parece brilhante é jogada no lixo por um muxoxo ou então de tal forma modificada durante o processo de aprovação que ninguém se sente capaz de assumir sua autoria.
Na criação de um anúncio fantasma, a liberdade do criador de anúncios se aproxima da liberdade do artista. A ausência da pressão do tempo e a inexistência da visão crítica das pesquisas ou de quem encomendou o anúncio torna o anúncio fantasma uma peça de arte publicitária pura. Dá a todos a oportunidade de ver como seria a publicidade se ela não fosse uma expressão da arte, da ciência e da técnica de vender produtos.
Num de seus últimos filmes como autor (“F for Fake”, “Verdades e Mentiras”, no Brasil), Orson Welles conta a história de Ferdinand Legros, o famoso e talentoso falsário de obras de arte, e quase prova que entre o verdadeiro e o falso não existe qualquer diferença.
Deve ser isso o que os anúncios fantasmas estão tentando provar.
Celso Japiassu
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Corra atrás do que deseja
terça-feira, 10 de junho de 2008
Espíritos evoluídos
Agradeço você ter lembrado de mim e me enviado esse texto, Márcia Konrad: Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida de
“Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser
uma pessoa de sucesso. O sucesso é conseqüência”
Albert Einstein.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Minha companheira a Dúvida

Eu não sou mais tão criança a ponto de saber tudo e a dúvida é minha companheira inseparável, e é bom que seja assim.
É só olhar ao redor e ver. A história mostra como aqueles que batem no peito e brandam aos quatro ventos suas verdades são patéticos e potencialmente perigosos. O que dizer daqueles que começam suas frases arrogantemente: - A verdade é assim: e blá blá blá (conheço vários e iniciei várias)... E é incrível de ver como publicitário cai nessa tentação. Se municia de uma karalhada de termos incompreensíveis à maioria dos mortais, para mistificar seu conhecimento. Para criar uma distância intransponível, que o coloca em um pedestal, entre seu saber superior sobre tudo e a humanidade indefesa com sua visão míope da realidade carecendo da luz de seu saber mercadológico, psicológico, artístico, filosófico e o que mais pintar.
Não nos culpe, vendem isso nas faculdades, estive lá e vi e aprendi, por conta própria, que o conhecimento é algo em eterna construção. Que a dúvida é um fator preponderante da evolução. O questionamento da realidade e daquilo que "querem" que acreditamos é o motor evolutivo da humanidade.
Dou meu testemunho: Pouco ou nada sei mas investigarei para saber sobre o que for necessário saber para poder ser um publicitário com conduta ética compatível com o mundo que gostaria de deixar para os meus filhos (se um dia os ter, que dúvida...)
quinta-feira, 5 de junho de 2008
terça-feira, 3 de junho de 2008
Feira de Arte e Artesanato de Moema
Grande Ilustrador. Houve um período de minha vida que eu era facilmente encontrado todos os domingos na Feira de Arte e Artesanato da Praça de Moema. Eu arriscava a sorte pra vender meus experimentos em óleo sobre tela ao lado de uma dúzia de artistas talentosos. Foi nessa época que conheci o Wagner dono de uma técnica de pintura impressionante. Ele mesclava vários tipos de tintas e conseguia um resultado em gama de cores e brilho realmente incrível. Esses são apenas alguns dos seus muitos trabalhos que testemunhei ele vendendo na feira. Sua versatilidade como artista é realmente fantástica. Ele é capaz de versar por qualquer escola estilistica de pintura.
Criatividade é solução de problema
A criação publicitária é algo que é elaborado em um processo construtivista de pesquisa e hierarquização da informação.Saber tudo sobre o produto/serviço. Saber tudo sobre o target. Saber tudo sobre o share. Saber tudo sobre os processos de produção de mensagem.
Saber tudo sobre é a exigência inicial essencial. Em seguida o processo de elaboração começa a funcionar de forma desconexa e desorganizada no inconsciente. A boa propaganda, quase sempre, é feita de associações de idéias que ao primeiro momento parecem incompátiveis. Essas associações se formam longe do olhar policialesco da consciência, muito racional e castradora. Se formam no inconsciente livre. Na criação publicitária o problema principal é descobrir o problema. "Que me dêem uma nova idéia qualquer, sobre qualquer coisa, e ela mesma me dirá para que serve" (Miguel de Unamano).
A Lâmpada elétrica é hoje o símbolo da idéia. O grande problema de Edison, ao inventá-la, foi localizar o gás que impediria o filamento de se auto consumir: um trabalho braçal de ensaio-e-erro até chegar à solução. O símbolo da idéia não precisou da, assim chamada, boa-idéia.
Talvez a palavra criatividade não ajude exprimir o que ela seja.
Criatividade é solução de problema.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Ana Moser


1. Enviado por airtonk2 em seg, 02 jun,
A alma humana se fundamenta em três pilares básicos: a agressividade, o medo e a sexualidade afirmam os especialistas. Seja como for o esporte é o circo do povo. Um espetáculo que rende fortuna aos seus organizadores e será sempre explorado por conta dessa condição. Os benifícios advindos de sua prática em alto nível de performace podem serem questionados, basta verificar o grande número de lesões entre os atletas profisionais.Sempre admirei um jogo bem jogado. a vitória a qualquer preço abre espaço para o anti-jogo, que desrespeita as regras e macula o brilho da disputa justa.
Airton Krauniski Criação publicitária veja meu blog: http://airtonkrauniski.blogspot.com/






